Sábado, 23 de janeiro de 2010

Compra de material escolar exige ampla pesquisa de preços

Com tantos gastos no começo de ano, a lista de material escolar é um dos vilões do orçamento. Para ajudar o consumidor na ida às lojas, o Procon dá algumas dicas para gastar menos e não cair em armadilhas. “As escolas têm obrigação de fornecer e divulgar a lista de material escolar para que o aluno ou seu responsável possa pesquisar preços e escolher o fornecedor de sua preferência”, alertou Vinícius Fonseca Marques, coordenador do Procon.

A principal recomendação do órgão é fazer uma ampla pesquisa de preços em lojas especializadas antes de confirmar a compra. “As instituições de ensino não podem manifestar preferência pelo local da compra, ou ainda pela marca ou modelo do material escolar, muito menos obrigar a compra no próprio estabelecimento, pois o consumidor tem o direito da livre escolha garantido pelo Código”, ressaltou.

Ele ainda completou que na busca pelo menor preço é importante que o consumidor não se esqueça de atentar pela qualidade e procedências dos produtos. “Este processo evita que o consumidor tenha que efetuar novamente compra de materiais que deveriam durar ao menos até o final do ano letivo”, frisou.

Amaranti Santos, proprietário da Papelaria Pamn explicou que os preços variam muito devido a marca e a qualidade dos produtos.  “Muitos clientes ligam para saber o valor total da lista. É difícil passar os preços devido à variedade de materiais que temos na Papelaria. Trabalhamos somente com produtos nacionais, priorizamos a qualidade”, enfatizou.

Para atender o público com eficiência e suprir a demanda que aumenta em 60% nesta época, a Papelaria aumentou o número de funcionários.

As aulas retornam no dia 1º de fevereiro, mas os pais já estão antecipando as compras, de acordo com Áurea Fernandes Macedo, gerente da Loja Paloma. “A expectativa é que as vendas sejam melhor que no ano passado, 10% a mais. Trabalhamos com uma grande variedade de materiais dos mais simples ao mais sofisticados, a gosto das crianças”, disse. 

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