Sábado, 06 de setembro de 2008
ESPAÇO
DO LEITOR
A Associação dos
Ex-Alunos da Escola de Enfermagem Wenceslau
Braz, convida você, associado ou não associado, para participar do IV Encontro, a ser
realizado no dia 27 de Setembro do corrente ano.
Venha compartilhar deste momento único, rever colega e matar a saudade. O Encontro é
seu, o Encontro é nosso...
Veja a programação e
confirme sua presença até o dia 05/09/2008 através dos e-mails: lucyla@eewb.br; amlemosdias1@uol.com.br; zildaccoelho@yahoo.com.br ou pelos telefones: (35) 3622-0930; Fax: (35)
3622-1043; (35) 3623-4134; (35)3622-1227;
(35) 3622-2124; (35) 3622-4048
PROGRAMA
10h00 Missa em
Ação de Graças no Auditório da EEWB.
11h00 Momento
Artístico.
12h30- Almoço de
confraternização no restaurante Casa Grande
Rua Alcides Faria, 10
Centro Itajubá.
OBSERVAÇÃO
- O almoço ,
self-service, no valor de R$20,00 por pessoa, deverá ser pago na hora.
- As bebidas não estão
incluídas.
- Haverá brindes
surpresa após o almoço.
Dia do Soldado
O Comandante e demais
integrantes do 4º Batalhão de Engenharia de Combate Batalhão Pontoneiros
da Mantiqueira, agradecem pela excelente cobertura jornalística durante as
comemorações ao Dia do Soldado. Aproveito o ensejo para enviar os sinceros
votos de paz, saúde e sucesso nas publicações deste conceituado semanário itajubense.
Coronel André Luiz
Silveira
Comandante do 4º
Batalhão de Engenharia de Combate- Itajubá MG
Jornada Abraz
A 2ª Jornada da Abraz, Sub-Regional Itajubá, convida toda comunidade a
participar na Unifei prédio central nos dias 21 e 22 de setembro do ciclo
de palestras da 2ª Jornada da Abraz com temas sobre noções práticas para o cuidado de
pacientes portadores de demência, aspectos legais do portador de demência, maus tratos,
dietoterapia para portadores de demência, posi-cionamento do paciente, cuidados
paliativos, instabilidade postural e quedas, uso de dispositivo de marcha, aspectos
fonaudiológicos, disfagia, cuidados bucais, lidando com o luto e humanização do
cuidado.
Na oportunidade também
será feito o lançamento do Livro Resgate da Ternura de Misa Ferreira.
Assessoria
Abraz
Sub-Regional Itajubá MG
Mudar a realidade dos
jovens da zona rural em uma das regiões mais pobres de Minas Gerais, este é o objetivo
do projeto Jovens Agricultores, criado em parceria com o Conselho Municipal de
Desenvolvimento Rural Sustentável CMDRS, Departamentos de Engenharia e de
Agricultura da Universidade Federal de Lavras- Ufla e Emater de Claro dos Poções.
O trabalho, coordenado
por alunos do grupo de pesquisa G-Óleo, da Universidade Federal de Lavras Ufla,
visa a produção de plantas oleaginosas, em especial a mamona, consorciada com culturas
tradicionais, para a fabricação de biodiesel e conta com 15 jovens, com idades entre 16
e 29 anos.
Uma iniciativa da UFLA
para jovens agricultores de todo o Sul de Minas.
Assessoria Imprensa
Varginha MG
Fisionomia do desconhecido
É um prazer escrever
sobre certos temas com os que aprendo mais do que tenho a ensinar. Está é a vantagem de
as linhas escritas nos revelarem a magnitude do problema. Alguns assuntos exigem que eu me
informe a respeito, consulte outras pessoas, debates e legislações pertinentes. É o
caso da adoção de crianças e adolescentes.
Tenho uma tia que adotou
duas crianças depois de haver tido dificuldade de engravidar e haver perdido dois bebês
prematuramente. Ela sugeriu-me então que escrevesse algo sobre o tema da adoção de
crianças, já que a situação lhe permitiu compor uma família e ser feliz na mesma
proporção que se os filhos fossem de sangue. A adoção implica o apoio,
assistencialismo, harmonia, proteção e resguardo de uma família e um lar. Esta prática
traz felicidade e sustentação familiar a ambas as partes: quem adota e quem é adotado.
Este era, até então, um desconhecido. Os argumentos contrários à adoção são
conservadores, obsoletos e precon-ceituosos, portanto não se lhes reserva aqui espaço. A
defesa desta prática percorre os benefícios familiares e sociais. O abandono de
crianças, mau trato e negligência dos pais, falecimento destes, e até transferência
consentida da paternidade são as causas principais do desenvolvimento jurídico e moral
da adoção. Focalizo menos os aspectos técnicos que faço um incentivo à prática da
adoção, pois não enfatizo os caminhos jurídicos pelos quais a prática pode ser
realizada, o que pode ser encontrado facilmente pelas famílias interessadas, nem as
classificações (filiação natural, filiação civil, etc) existentes sobre ela.
Contudo, é preciso
aclarar que o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069 de 1990, determina que o
ado-tante tem que ser maior de 21 anos, a diferença de idades entre este e o adotando
deve ser de no mínimo 16 anos, a adoção pode ser feita independentemente do estado
civil, tem caráter irrevogável, e há um período concedido pelo juiz para adaptação e
convivência do qual se prescinde se a criança tiver menos de um ano de idade.
Embora se solicitem
vários documentos, supõe-se que os três principais critérios para a autorização do
processo adotivo aos requerentes são a renda familiar, o atestado de sanidade física e
mental, e a idoneidade moral. Adotar filhos é uma atitude que culmina numa decisão para
a vida. É difícil opinar sobre o assunto sem vivê-lo diretamente, ou a partir de poucos
relatos de experiência direta. No entanto, reconheço que a atitude de adoção infantil
é, ao mesmo tempo, jurídica e sentimental.
O incentivo à adoção
de crianças, como faço nesta ocasião, tem o objetivo de vincular a busca por coesão e
harmonia familiares com problemas sociais graves que o Brasil ainda não superou.
O procedimento requer
uma atitude da sociedade para atenuar os efeitos da gravidez indesejada, carência de
educação para a família, falta de instrução e condições econômicas e morais para
sustentar filhos. O próximo passo é reduzir substancialmente o número de crianças
desamparadas pela família com soluções de curto prazo sem deixar de estimular a
adoção. O processo de adoção no Brasil tem sido cada vez mais simples e pode durar
menos que o período de uma gestação. Uma criança adotada pode não corresponder ao
perfil físico procurado pelos adotantes, mas surpreender na capacidade de harmonizar-se
com a família e trazer-lhe felicidade.
A escolha não deve ser
feita como se faz com um produto à mostra no supermercado, em que fica o feio e vai o
bonito, fica o velho e vai o novo, pois não há crianças perfeitas nem com data de
vencimento, senão aquelas que clamam pela possibilidade de ter uma família e um lar que
as acolha. A fisionomia do desconhecido ganha uma definição. A família, oportunidade.
Bruno Peron Loureiro
Bacharel
Universidade Estadual
Paulista
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